Instrutor
Rodrigo Rollin Pinheiro
Aulas
2
Atualizado em
02/03/2026
O curso aborda de forma técnica e estratégica os desafios da sanitização em locais de alta circulação de pessoas, como agências bancárias, escritórios, shoppings e terminais de transporte. O treinamento resolve o problema da contaminação cruzada em superfícies de toque frequente (fômites), diferenciando as etapas de limpeza e desinfecção. É fundamental para o setor de controle de pragas, pois capacita o profissional a atuar sob as normas da ANVISA (RDC 14), garantindo a eficácia microbiológica contra patógenos respiratórios e gastrointestinais em ambientes climatizados e de ar confinado.
Capacitar profissionais e empresas controladoras de pragas a planejar e executar serviços de sanitização especializados, identificando pontos críticos de contaminação e aplicando produtos saneantes de acordo com a legislação vigente, visando a preservação da saúde pública e a continuidade operacional dos clientes.
Identificar microrganismos patogênicos e os riscos biológicos associados a ambientes de circulação intensa.
Mapear pontos críticos de contaminação em mobiliários, equipamentos eletrônicos e áreas comuns.
Interpretar e aplicar as classificações da ANVISA para produtos de uso geral e profissional.
Diferenciar técnica e operacionalmente os conceitos de limpeza (manutenção da sujidade) e desinfecção (eliminação de patógenos).
Estabelecer protocolos de aplicação manual e mecanizada (pulverização).
Gerir as responsabilidades técnicas entre a empresa prestadora de serviço e o cliente contratante.
Técnicos e aplicadores de empresas de controle de pragas e sanitização.
Gestores de Facilities e supervisores de manutenção predial.
Consultores ambientais e profissionais de biossegurança.
Proprietários de empresas do setor de higiene e conservação.
Analisar as características ambientais para traçar estratégias de desinfecção.
Diagnosticar pontos críticos de toque e superfícies de alto risco.
Implementar protocolos de sanitização que minimizem a recontaminação.
Interpretar a RDC 14 da ANVISA para seleção correta de ativos.
Executar técnicas de aplicação manual em superfícies sensíveis (eletrônicos) e pulverização em áreas amplas.
Monitorar a qualidade do ar em ambientes climatizados através de orientações técnicas ao cliente.
Esta aula apresenta o panorama geral da sanitização em locais de grande circulação, como bancos, shoppings e escritórios. Aborda os principais patógenos (vírus e bactérias respiratórias e gastrointestinais) e o conceito de contaminação por fômites. O conteúdo foca na identificação de superfícies críticas — maçanetas, botões de elevador, caixas eletrônicos e banheiros compartilhados — e introduz a base legal da ANVISA para o uso de saneantes.
Focada na execução prática, a aula detalha o uso de pulverizadores e técnicas de aplicação manual para proteção de eletrônicos e áreas sensíveis. Discute-se a importância da limpeza prévia para a eficácia do desinfetante e como retardar a curva de recontaminação. São estabelecidas as responsabilidades do cliente (manutenção do ar-condicionado e higiene diária) e da empresa (desinfecção especializada), além de protocolos de contingência pós-pandemia e ações educativas.
Foco em Fômites: Abordagem profunda sobre superfícies de toque que atuam como carreadores invisíveis de doenças.
Rigord técnico Legislativo: Explicação detalhada sobre a RDC 14 da ANVISA e a diferenciação entre produtos de uso geral e hospitalar.
Visão Sistêmica de Manutenção: Integração entre sanitização de superfícies e manutenção de sistemas de climatização (ar-condicionado).
Matriz de Responsabilidade: Definição clara do que compete ao prestador de serviço e o que é dever do contratante para o sucesso do protocolo.
Exame teórico contendo 10 questões objetivas abordando:
Identificação de pontos críticos em um layout de escritório.
Classificação de produtos segundo a ANVISA.
Diferença entre limpeza e desinfecção.
Critérios para escolha entre pulverização e aplicação manual.
Elaboração de Checkpoint Operacional: O aluno deverá criar um checklist técnico para uma agência bancária ou escritório, mapeando no mínimo 10 pontos críticos de contato e definindo o método de aplicação (pulverização ou manual) para cada um, justificando a escolha com base na proteção de ativos (como computadores e painéis eletrônicos).
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